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  • Foto do escritorDr. Rodrigo Barbosa

ENTREVISTA para Boa Forma: Preta Gil é diagnosticada com câncer no intestino. Entenda a doença.


Médico ressalta a importância da adoção de hábitos saudáveis para prevenir o problema


Preta Gil, de 48 anos, revelou que foi diagnosticada com um câncer no intestino. Na noite da terça-feira, 10 de janeiro, a cantora surgiu nas redes sociais para falar sobre o assunto e disse que começará o tratamento já na próxima segunda-feira (16).


Ela esteve internada na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, desde quinta-feira (5). Segundo Preta Gil, teve que ir até a unidade de saúde por causa de dores abdominais. Lá, passou por uma série de exames para descobrir o diagnóstico.


“Estive nos últimos 6 dias internada na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, por conta de um desconforto que vinha sentindo, e graças a Deus, hoje recebi um diagnóstico definitivo. Adenocarcinoma na porção final do intestino. Inicio meu tratamento já na próxima segunda-feira e conto com a energia de todos pra seguir tranquila e confiante”, disse em uma publicação no Instagram.


Entenda o diagnóstico

Segundo o Dr. Rodrigo Barbosa, cirurgião do aparelho digestivo, o adenocarcinoma é um tumor maligno que pode se desenvolver em vários segmentos do trato digestivo, incluindo a parte final do intestino, como no caso de Preta Gil.


A doença pode aparecer como pólipos e evoluir para o adenocarcinoma. Quando diagnosticada precocemente, as chances de cura são acima de 95%.

Na fase inicial, não costuma apresentar sintomas. Já nas fases mais avançadas, este problema pode causar dor ou desconforto abdominal, alteração no formato das fezes, dor anal, sangramento e e emagrecimento sem causa.


“A incidência desse tipo de câncer vem aumentando e atualmente pode ser considerado o segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres e o terceiro em homens. É importante a realização da colonoscopia de rotina para se identificar logo no início”, alerta o médico.


A colonoscopia é o exame preventivo para o câncer de intestino, e deve ser feito a partir dos 45 anos, ou antes em pessoas com histórico familiar.


O médico alerta que, no exame, já é possível retirar lesões. “Nos casos mais avançados, pode ser necessária a cirurgia e quimioterapia e, se acometer o reto, é necessário cirurgia e radioterapia. Tudo depende de cada caso”, alerta.



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