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  • Foto do escritorDr. Rodrigo Barbosa

Adenocarcinoma no intestino: entenda o diagnóstico de câncer de Preta Gil




Nesta terça-feira (10.01), a cantora Preta Gil usou o seu Instagram para divulgar aos fãs o seu estado clínico. Depois de seis dias internada na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, após chegar desmaiada e relatar fortes dores abdominais, os médicos concluíram o diagnóstico de um câncer no intestino.

“Hoje recebi um diagnóstico definitivo. Tenho um adenocarcinoma na porção final do intestino. Inicio meu tratamento já na próxima segunda-feira e conto com a energia de todos para seguir tranquila e confiante”, escreveu Preta na publicação. A seguir, tire as suas dúvidas sobre a doença:


O que é o adenocarcinoma?

O adenocarcinoma é um tipo de câncer que se origina no tecido epitelial que contém glândulas. Ele pode se desenvolver na próstata, no estômago, nos pulmões, nas mamas, no útero, no pâncreas ou no intestino, como no caso da Preta Gil. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo, Rodrigo Barbosa, é um tumor maligno e pode acometer vários segmentos do trato digestivo, incluindo a parte final do intestino.


Quais são os sintomas do adenocarcinoma no intestino?

Na fase inicial, a doença não apresenta sintomas, mas em fases mais avançadas é possível identificar dores ou desconforto abdominal, alteração nas fezes (como sangramento, escurecimento, mudanças drásticas e persistentes de textura ou variações visíveis de formato), dor anal e até emagrecimento sem causa aparente.


Como identificá-lo?

O exame que rastreia e diagnostica o câncer no intestino é a colonoscopia, que deve ser realizada a partir dos 45 anos (ou antes disso em pessoas que possuem histórico familiar) como forma de prevenção. Em caso de qualquer alteração, o especialista a ser buscado é o coloproctologista.

Qual é o tratamento para o câncer no intestino?


Quando diagnosticado no início, o tratamento para o câncer no intestino apresenta chances de cura em mais de 95% dos casos. No exame de colonoscopia, já é possível retirar as lesões. Nos casos mais avançados, pode ser necessária também a combinação de cirurgia e quimioterapia. Caso tenha acometimento do reto, então poderão ser necessárias a cirurgia e a radioterapia. "Tudo vai depender de cada caso", explica o especialista.


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